Sábado, 31 de Julho de 2010

Isto é folclore?


Numa das minhas passagens regulares pelo blog Etnografando com Letras, que é um dos meus favoritos, encontrei este post sobre os ranchos folclóricos.

Eu já aqui falei antes sobre a minha falta de apreciação dos ranchos folclóricos, ou dos neo-ranchos electrificados que entretanto surgiram, mas o sentimento não encontrava uma expressão eloquente para exprimi-lo.

O autor Cerquido teve esse alcance, e quem, sendo de fora das terras onde a praga dos ranchos abunda, quiser perceber melhor o fenómeno, é ler.

Isto é folclore

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Sexta-feira, 30 de Julho de 2010

Adeus Tony



Há muitos anos, talvez há mais de 25, fiz um desenho para um concurso sobre o 25 de Abril. Da longínqua Lisboa chegou-me um diploma de participação, que afixei no meu quarto e se perdeu no tempo. Olhava muitas vezes aquele diploma, e lembro-me que no júri estavam Júlio Isidro, Maria Alberta Menéres e António Feio. António Feio pouco me dizia, nem sei até se já tinha feito o papel que o trouxe ao meu radar, o de drogado na novela «Vila Faia». Mas sem saber já o conhecia de muito antes, porque dele era a voz do narrador nos desenhos animados da Heidi.

Com os anos tornou-se impossível ignorar a genialidade do trabalho de António Feio, e agora é a hora do adeus.

Adeus TonySocialTwist Tell-a-Friend

Quinta-feira, 29 de Julho de 2010

L'ennui



Tédio com o panorama musical actual, ausência em pleno em todos os festivais de verão. Outros interesses. Estarei a ficar velho?

Quando o tédio ataca, há sempre algo no baú. David Bowie e uma das canções mais gay do planeta. O exotismo de Ziggy Stardust, a beleza do cenário de Cabaret. Jenet e Fassbinder à espreita.

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Quarta-feira, 28 de Julho de 2010

Sendo assim, está bem



O Parlamento catalão votou hoje a favor da proibição de corridas de touro a partir de 1 de Janeiro de 2012

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Segunda-feira, 26 de Julho de 2010

Em alta rotação.

Não há no youtube a versão que tem estado em alta rotação lá pós lados da Rocha. O Brian Wilson e a Band ao vivo em Abbey Road para o Biography Channel. Fica a versão original do fabuloso Pet Sounds.




I WANNA GO HOME!!!

Em alta rotação.SocialTwist Tell-a-Friend

Sábado, 24 de Julho de 2010

Eles voltam sempre

Desconhecia que existiam versões ao vivo desta canção. O youtube é meu amigo.

Em 1968, o sonho ameaçava desabar. Os Beatles às cabeçadas, Joplin, Hendrix e Morrison no cume olham já para a descida.

Os Velvet Underground giram a milhões de quilómetros por hora propulsionados por arremedos anfetamínicos. Este álbum é ainda de 1967, do mesmo ano do álbum da banana. Cale e Reed já medem forças, e 68 vem trazer a saída definitiva de Cale da banda.

White Light/White Heat é de difícil audição, a pop melódica docemente falsa da banana dá lugar à amargura e à violência desregrada. Sister Ray é um fresco de devassidão suportado por uma banda sonora demencial, com 18 minutos de duração e descargas convulsivas de energia. Não aconselhável a puritanos nem a cardíacos.

Esta versão é mais suave, menos agressiva. Mas a letra não perdoa. A versão da Joy Division também é boa.




A original, sempre minha preferida(aqui bem reduzida):

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Sexta-feira, 23 de Julho de 2010

(Baby don't you know)

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Quarta-feira, 21 de Julho de 2010

Clarividência

Enquanto que por falta de tempo não presto a devida atenção ao novo há festa na moradia, ouço no Câmara Clara, a propósito das diferenças de gerações, do processamento de informação e da base de dados (leia-se discos), a Paula Pinheiro comparar o convidado B Fachada a José Mário Branco, Sérgio Godinho ou Zeca Afonso.

Faltou o Fausto, mas a tendência é concordar.

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Terça-feira, 20 de Julho de 2010

O menino bom espetou a faca.


Isto não se faz contador. Isto não se faz.






Força Schleck!

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Segunda-feira, 19 de Julho de 2010

Sonhei com esta


Estes dias sonhei com esta canção. É a minha canção favorita de Elton John, sobre um veterano do Vietname que regressa cego e quer escapar ao circo montado à volta dele, às homenagens e até ao irmão que narra aqui a sua história.

O sonho era mau, mas a canção não o merece.

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Domingo, 18 de Julho de 2010

Ainda sobre o Summer of the Sixties




If I had a hammer
I'd hammer in the morning
I'd hammer in the evening
All over this land
I'd hammer out danger
I'd hammer out a warning
I'd hammer out love between my brothers and my sisters
All over this land

If I had a bell
I'd ring it in the morning
I'd ring it in the evening
All over this land
I'd ring out danger
I'd ring out a warning
I'd ring out love between my brothers and my sisters
All over this land

If I had a song
I'd sing it in the morning
I'd sing it in the evening
All over this land
I'd sing out danger
I'd sing out a warning
I'd sing out love between my brothers and my sisters
All over this land

Well I've got a hammer
And I've got a bell
And I've got a song to sing
All over this land
It's the hammer of justice
It's the bell of freedom
It's the song about love between my brothers and my sisters
All over this land

P.S. - Mary Travers morreu a 16 de Setembro de 2009, mas deixou para trás, além da sua música, uma vida de activismo e dedicação ás causas que leal e valentemente defendeu. Vale a pena ler esta mini - biografia deixada no site oficial da banda.Faz-nos sentir tão pequenos. Cada dia que passa tenho mais certeza disto. A nossa grandeza é ditada por aquilo que fazemos. E alguns são tão grandes!

http://www.peterpaulandmary.com/memorium/biophotos.html

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Sexta-feira, 16 de Julho de 2010

O coração

A coberto do tema Summer of the Sixties, o Canal ARTE tem feito as delícias cá da casa e pelos vistos vai continuar Agosto dentro, com exibição de concertos, filmes e documentários alusivos à década que mudou o mundo. Um fartote, é o que vos digo.
Terça feira passada o célebre documentário sobre o Newport Folk Festival. Peter, Paul and Mary, Joan Baez, Donovan, entre outros Bob Dylan a ligar a guitarra à corrente, não trabalho mais na quinta da Maggie, ponto final.

Esta noite, Heart of Gold, Neil Young por alturas do excelente Prairie Wind em 2005. Não se estranha Neil Young num registo acústico, muito intimista, quase confessional e a poucos dias de lhe abrirem a cabeça, dedicar música ao Pai, à filha, até à guitarra que traz em mãos que um dia foi de Hank Williams, rodeado de amigos (esposa inclusive) e a dar o seu melhor, como faz questão de dizer: "Não toco com músicos de estúdio, quando quero gravar chamo os meus amigos. E é com eles que vou depois para a estrada."
Depois, de rajada, I Am a Child, Harvest Moon, Heart of Gold, Old Man, The Needle and the Damage Done. Um grande, grande filme.




Heart of Gold é um retrato fiel de um Homem simples que com sorte conseguiu comprar um rancho (tocante a explicação de Old Man). E um compêndio sobre as origens do rock, da simplicidade e dureza de uma arte que se quer vinda de dentro com uma guitarra sempre por perto.

Neil Young é o coração do rock.

Como eu lamento não ter escrito Mr. Jones e em vez de "I want to be Bob Dylan" escrever "I want to be Neil Young"

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Terça-feira, 13 de Julho de 2010

O homem que faltou


Este foi o homem que faltou. Faltou ao concerto na Casa das Artes de V.N. Famalicão, já contei esse episódio por aqui.

Apetece ouvir os Red House Painters num silencioso fim de tarde, sabe a esplanada e brisa marinha.

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Domingo, 11 de Julho de 2010

Johan Cruyff



É dele a Taça.

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O Verão Começou a Aquecer

"The Drums é 2010,mas soa tanto a 1980!"

Aquela batida seca, a guitarra gingona e o reverb na voz não enganam ninguém, mas The Drums não é só mais uma cópia velada dos Smiths. É ar fresco que nos ajuda a passar pelos dias quentes sem dar por nada. Obriga-me ás mesmas tristes figuras que fazia no autocarro a caminho de Braga quando ouvia vezes sem conta os Best of I e II dos Smiths. Ainda me lembro da cara das senhoras que entravam em Esporões e olhavam para mim com aquela cara que diz: "Coitado. É maluquinho".

The Drums são Dois Mil e Oitenta e Dez.





P.S. - Tenho saudades de descer a Avenida a abanar o capacete. :(

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Sábado, 10 de Julho de 2010

A seguir...


Há coisas aparentemente insignificantes no burburinho dos dias que terão impactos insuspeitos no futuro pensante de muita gente. Assim classifico o lançamento, que parece não criou corridas às bancas, dos «20 livros que mudaram o mundo» do jornal Público.

Tal como o primeiro álbum dos The Velvet Underground, não assim tantos disporão os 5,95Eur para adquirir os livros; dos que os compram eventualmente uma minoria os lerá, mas não tenho dúvidas de que quem os ler não criará uma banda, mas expandirá a sua mente.

No meu caso, possuindo já boa parte dos livros da colecção, ainda assim renovei o meu fotocopiado «Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo», adquiri o «Alcorão Sagrado» para espreitar e acompanhar a Bíblia que toda a família Católica tem mas nunca lê (eu até li boas partes dela, mas também não sou lá muito católico), passei o Marx do «Manifesto...» porque preferia o «Capital», comprei o Platão porque mesmo repetido nunca é demais.

Agora é tempo de respirar fundo e preparar para uma longa aventura que será a leitura de um dos livros mais importantes de todos: «A origem das espécies» de Charles Darwin.

Ainda hoje acabarei de ler em voz alta a adaptação da «Odisseia» de Homero aos meus filhos, na edição fantástica que o jornal Expresso fez em 2009. Como amante dos livros nunca poderei agradecer demasiado a felicidade literária que as bancas de jornais me têm dado nos últimos anos.

A grande cultura nunca esteve tão acessível, é aproveitar. Agora, vou-me à «Origem...»

A seguir...SocialTwist Tell-a-Friend

Quarta-feira, 7 de Julho de 2010

Tu és Deus

Este post comemora o término da leitura de um dos melhores livros que li até hoje: «Um estranho numa terra estranha», magnus opus de Robert A.Heinlein de 1961, um dos grandes clássicos da ficção (científica e além).


A história parece banal. Numa expedição a Marte é recolhido um marciano estranhamente humano que se vem a ver ser descendente de astronautas de anteriores expedições. Por ter nascido em Marte este homem pode reivindicar a posse do planeta pelas leis da terra, mas ele é completamente ingénuo e alheio aos estranhos assuntos mundanos. Ele acaba na casa de Jubal, um velho céptico que o vai educando nas tramóias do mundo, e faz dele seu irmão de àgua.

Apenas com a sua poderosa inteligência e técnicas marcianas, mas com uma imensa ingenuidade e incompreensão dos assuntos humanos, Michael Smith(é o nome do marciano) vai desmontando a lógica das instituições humanas, desde os governos às religiões, tentando grocar(grok é um verbo inventado no livro mas que ficou na gíria e significa algo como entender na plenitude) o nosso mundo. Não adianto mais, mas trata-se de um livro fundamental.

Leiam o livro e entenderão o título deste post ;)

Vamos á música, Um Estranho numa Terra Estranha é




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Terça-feira, 6 de Julho de 2010

O regresso dos intelectuais


Oh, mon dieu, os Pop Dell'Arte regressaram em grande, pelo que se entrevê na amostra do novo «Contramundum».

Se o novo dos Mão Morta não me aqueceu, embora não os tire do meu coração minhoto, este novo dos Pop Dell'Arte parece excitante e capaz de provocar explosões mentais.

Espero que me desafiem a embrenhar-me em mais dois ou três livros malditos(saudades de Genet), e a sair desta modorra chata que tem sido a Pop Portuguesa dos últimos tempos. Espero que desafie os novos artistas a serem eles mesmos, a encontrarem a sua voz.

Nota: 15 de Julho, na Music Box, proibido faltar.

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Saudades dos Queen



Há alturas da vida em que somos demasiadamente pretensiosos para admitir o génio em artistas que são no nosso entender demasiado populares ou kitsch.

Os Queen foram uma das grandes bandas da minha infância e adolescência. O dia em que Freddy Mercury morreu foi um dos dias que me ficou marcado na memória, e o especial que a RTP transmitiu, assim como o concerto de tributo foram vistos, gravados e revistos incontáveis vezes em VHS.

Os Queen têm no meu conhecimento parcial, três grande álbuns, «A night at the Opera», o best of I e o best of II :)

Eis uma das grandes de «A night at the Opera», escrita pelo baterista Roger Taylor, que foi entendida como uma piada por Brian May, e que Mercury recusou cantar. Reza a lenda(e a wikipedia) que Taylor conseguiu que a canção fosse o lado b de «Bohemian Rapsody» depois de se ter fechado num armário e ter ameaçado de lá não sair. O tema acabou por gerar tantas royalties como o lado A e Mercury não gostou; é dedicada a um roadie, obviamente apaixonado pelo seu carro e a dedicatória aparece no próprio álbum.

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Domingo, 4 de Julho de 2010

Silêncio por favor. Lula Pena ao vivo



Assistir a um espectáculo de Lula Pena era desejo muito antigo, ouvir um novo disco, desejo mais recente.

Ontem estes dois desejos entrelaçaram-se e na nossa cidade diluíram-se. Lula Pena apareceu por Guimarães. Mais uma vez no CCVF, quartel general da Guimarães CEC 2012, com o espectáculo a ter lugar no pequeno auditório.

A apresentação incidiu apenas e só no novo Troubadour, disco apresentado em sete actos. Espectáculo marcado pelo romance entre a voz invulgar e o virtuosismo à guitarra de Lula Pena, onde o silêncio se tornou em mais um instrumento, como qualquer outro parte fundamental ao espectáculo. Porque cada movimento do dedilhado, cada acorde, cada batida na caixa da guitarra, até a respiração de Lula Pena são essenciais à compreensão da música e da própria artista. Atenção é a palavra chave: há muitos e muitos momentos perfeitos, muita informação para absorver.

Neste primeiro contacto com as novas músicas, a certeza da exigência de muitas audições a Troubadour pela frente. Phados era um disco mais imediato, alicerçado em peças conhecidas e até consensuais, de Amália a Caetano Veloso, passando pelos Trovante. Troubadour adivinha-se mais complexo, referências a descobrir, frases soltas atiradas ao ar. Canta-se em francês, em espanhol, em português com sotaque...

Do prospecto distribuído antes do concerto:
“Está reunida a constelação de circunstâncias e acontecimentos para que, finalmente, possamos viver a Lula Pena que sempre quisemos ver, para que a possamos mostrar àqueles com quem partilhámos as coisas mais preciosas, e para que esses aumentem ainda mais o círculo. Um inquestionável tesouro nacional…”

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Guilty Pleasures Part IV - The Book Of Love


Já por aqui vos falei do meu interesse desmesurado por séries. Umas boas e outras más, também já vos falei sobre isso.

A que até hoje mais temporadas vi foi "Scrubs"(por cá "Médicos e Estagiários). Não me consigo encher do raio da série.Já vou na 9ª temporada e nada. Não me encho daquilo.

Scrubs é um "Friends" (mas muito muito muito melhor) passado num hospital - escola em qualquer sítio n'américa, em que J.D., um hiper-sensível médico narra as histórias da sua vida e da dos seus fiéis companheiros.

O melhor amigo que jura que o ama tanto como à mulher, Turk; a mulher de Turk,Carla; a eterna amada de J.D., a louca, maníaco-depressiva e super insegura Elliot Reed; o seu louco e insensível mentor Perry Cox; o hilariante "Chief of Medicine" Dr. Bob Kelso, entre muitos outros personagens mais secundários mas não menos surreais, sendo que à cabeça se encontra o completamente insano "Janitor" (Zelador do hospital).

Scrubs é inteligente e muito muito cómico. Entra um bocado naquele clichê das relações interpessoais mais ou menos complicadas, mas isso nunca é um fim nesta série. A mim, diverte-me à brava. Aconselho vivamente.

Deixo-vos aqui com o final da 8ª Temporada, acompanhada por uma versão do Peter Gabriel do "Book of Love" dos Magnetic Fields.

P.S. - Quando ganhar coragem escrevo sobre a melhor série dos anos 00'. Não sinto ainda capaz de escrever sobre "Californication".

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Sexta-feira, 2 de Julho de 2010

Brasil, desilusão

Parece que o Brasil não é impermeável à desilusão, principalmente à variante holandesa. A tão apregoada ausência dos europeus no campeonato do mundo de futebol também parece que ainda não é para já.

Mas mesmo a desilusão é cantada no Brasil com classe.

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Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

Por ser verdade, assino por baixo.

Grande Música!

Porque a sinceridade me obriga e nem só do mal vive o homem, fica aqui umas das excepções que confirma a regra.

Por ser verdade, assino por baixo.SocialTwist Tell-a-Friend