O presidente é Salvador Allende. A banda, Drugstore.
El president, excelente peça abrilhantada por Thom Yorke.
Os Drugstore, esses não ficaram para a história.
Domingo, 31 de Outubro de 2010
90's Maravilhas de um sucesso só, III
Sábado, 30 de Outubro de 2010
O Rei faz 50 anos
«Quando se atira a bola a um bebé, o reflexo natural dele é agarrá-la com as duas mãos. O meu filho chutava-a com o pé esquerdo.»
Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010
Enfim juntos
A tempestade
BANQUOIt will be rain tonight.FIRST MURDERERLet it come down.
Quarta-feira, 27 de Outubro de 2010
Está na hora...
Está na hora de chamar José Mário Branco à liça...espero que não tenha que postar aqui aquela do FMI...
Domingo, 24 de Outubro de 2010
A canção perfeita
Obrigado ao tubiannounced por me ter aguçado a curiosidade sobre um tal de Sufjan Stevens.
Sábado, 23 de Outubro de 2010
Evoluir na continuidade

Notícias de Portugal de há 150 anos:
O Estado português tinha um orçamento de despesa que correspondia à média das pequenas nações da Europa, mas com a capitação do comércio externo do país era a mais baixa desse conjunto de estados. Portugal era assim, nesse conjunto de nações, aquele em que o Estado mais gastava em relação à riqueza do país, calculada a partir do seu movimento comercial. Entre 1851 e 1890, as receitas do Estado tinham triplicado , mas as despesas quadriplicado.in «D.Carlos» de Rui Ramos
Parece que não é de agora que Portugal não é competitivo, não exporta e gosta de viver acima das suas possibilidades. Em 150 anos fechamos o ciclo e voltamos ao mesmo lugar, depois da ilusão do dinheiro da Europa.
Alguma coisa de profundo tem de ser feita na Educação e na cidadania, tudo o resto vem por acréscimo.
No fim de tudo, ainda fica Portugal, sempre.
Quinta-feira, 21 de Outubro de 2010
Macacos no Céu
Doolittle, essa autêntica Bíblia do rock alternativo faz 20 anos.
Não podia deixar de me associar à festa e, porque não, fazer um pouco de serviço público.
Quarta-feira, 20 de Outubro de 2010
metamorfose de uma canção II
Here come a flat-top, he was...
Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010
metamorfose de uma canção
Domingo, 17 de Outubro de 2010
Café e televisão
Pop Music is Rubbish
Sexta-feira, 15 de Outubro de 2010
Definitely Blur

Por estes tempos quase me convenço que simplesmente não há nada de novo no panorama musical.
Temo bem que isto seja apenas uma desculpa para poder voltar atrás, áqueles que tanto prazer de ouvido me deram no passado.
Por estes dias são os Blur que merecem honras de revisão total e exaustiva.
A propósito, vi o documentário "No Distance Left To Run", realizado por Dylan Southern e Will Lovelace. Um bom documentário, muito intimista e que não trás, como não deveria trazer, nada de novo áquilo que já sabíamos dos Blur. É apenas a história bem contado de uma das melhores bandas dos anos 90, e talvez de todos os tempos (quem me conhece sabe que o exagero é parte integrante da minha persona).
O documentário torna-se apaixonante quando vemos Damon Albarn, Graham Coxon, Alex James e Dave Rowntree a tocar em pontos mais sensíveis das suas relações e dos problemas pessoais que afectaram directamente a banda.
Arrepia um bocado ouvir o Damon Albarn dizer qualquer coisa como: "No final de tudo, já não estávamos juntos... O Dave estava no final de uma relação fodida e a começar um divórcio horrivel, o Graham era...era um alcoólico...o Alex continuava "trés glamorouse" em West End e eu...eu estava numa espécie de estranha transmutação da minha performance. Vivíamos em sítios diferentes, com amigos diferentes...e foi isso..."
Este documentário dá-nos a sensação que durante a vida dos Blur, as coisas se foram precipitando. Acontecendo uma atrás da outra, sem que os seus elementos dessem por isso, demasiado embriagados ou drogados, ou os dois.
Quando acordaram e viram onde estavam fizeram aquilo que eu considero serem as suas obras - primas, "Blur" e "13".
"Blur" é um álbum que quer mostrar ao mundo que os Blur não são uma banda de miúdos a fazer música para miúdos. Quer destruir completamente o sucesso conseguido e o espectro de criadores da BritPop. Acabar de vez com a palhaçada do confronto com os Oasis e esses desvios Pop. Azar. "Blur" é um sucesso não só no Reino Unido mas também dos States. "Song 2" à cabeça, mas não só. Beetlebum ou M.O.R. (Albarn/David Bowie/Coxon/Brian Eno/James/Rowntree)também são singles de sucesso.
A diferença é que este sucesso agora é feito entre "crescidos". Já não é música Pop para adolescentes.
Sobre "13", todos os membros da banda dizem ser o preferido ou um dos preferidos. Dave diz: "Isto é o tipo de música que sempre quisemos fazer, mas distraí-mo-nos no caminho". Não partilho da sua renegação, mas considero "13" um álbum seminal.
Desta concha saíram pérolas como "Tender" e "No Distance Left To Run".
Findo o processo de quase destruição, pouco ou nada sobrou dos Blur. Cada um para seu canto e com os seus problemas, os Blur param para ver Albarn brilhar com os Gorillaz. 7 milhões de discos vendidos no primeiro álbum e sucesso global.
No entretanto as coisas não melhoraram muito, principalmente para Coxon.
Albarn volta para fazer um novo e prometido disco dos Blur, que pelos vistos nem queria muito fazer, mas que assumira. Graham Coxon, ainda ás voltas com problemas como álcool, não aparece. As coisas azedaram e depois de um biqueiro na cabeça (literalmente, um biqueiro na cabeça dado por Albarn a Coxon), os Blur seguem caminho sem o mais brilhante guitarrista britânico depois de Johnny Marr.
Nasce "Think Tank", álbum gravado em Marrocos por onde Albarn "se tinha andado a pedrar" e conheceu muita gente, incluindo uma série de músicos marroquinos que participam no álbum. Um bom álbum. É muito óbvia a falta de Coxon, o que torna este álbum muito menos Blur que os outros, mas no final, é um bom álbum.
Em 2008 surge a reunião. Coxon já não foge de Albarn no Zoo de Londres (True Story) e encontram-se, como meninos crescidinhos que são. Surge a ideia de fazer uma Digressão pelos sítios onde tocaram no inicio da carreira, culminando com concertos em Glanstonbury e Hyde Park. Belos e emotivos concertos ambos.
Depois de contada a estória resta-me apenas dizer que há poucos como os Blur.
Em certa medida os Blur revolucionaram a música e fizeram-no pelo lado menos óbvio. A música Indie passou a ser Pop, e isso já é uma revolução e tanto.
Ia-me esquecendo que anda por aí "Fool's Day", single lançado em Abril deste ano. Vale a pena ouvir, mas apenas para confirmar que os dias dos Blur já la vão. E que belos dias esses.
Para finalizar em beleza fica o essencial. A música.
Quinta-feira, 14 de Outubro de 2010
O B Fachada está a passar por aqui
Não exactamente.
Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010
Esperando
Sábado, 9 de Outubro de 2010
Vergonha
Vergonha é ter um blog há mais de ano e meio e nunca ter cá posto nada da Sétima Legião.
Quarta-feira, 6 de Outubro de 2010
Saudades do futuro Part II
Sinto falta de uma música que me empolgue. Que me mereça uma audição exaustiva.
Em Portugal isto está uma pasmaceira tal que pouco merece sequer relevo-
No mundo, se calhar por excesso de informação e por excesso de preguiça, pouco salta à vista.
Os últimos a merecerem honras de repeat foram o Fachada, os National e os Arcade Fire, mas mesmo esses, não são sangue novo. São boa música mas apenas (mais) uma confirmação. Não há aquele feeling de estar a presenciar algo de novo e que perdurará.
Por estes dias em que tenho mais tempo para ouvir música, volto ao garantido prazer dos Velvet e ao ritmo contra - cíclico dos Talking Heads, passada que está a excelente descoberta da carreira a solo do Graham Coxon. Se calhar sou eu que já não tenho pachorra e que me aburguesei, recusando aguçar os ouvidos para o que de novo e bom certamente por aí andará. Se calhar.
Vou tentar pegar numa ou outra referência que me deram, e ouvir. A ver se isto corre bem.
Por agora fica um vídeo "Velvetiano" de um programa da rtp2 sobre o mítico concerto dos Mão Morta no Theatro Circo.
Acho que tenho saudades do futuro.
Terça-feira, 5 de Outubro de 2010
Um dia de reflexão







