
And I will sing, waiting for the gift of sound and vision

- Pai! Esse senhor é mais velho que o avô! De quando é essa música?
- Anos 80, entre meados e fim dos anos 80.
- Já eras nascido?
- Sim, estava a entrar na adolescência...
- Iiiih! Quanto faltava para eu nascer?
(Risos) - Muito!
- Como era o mundo nessa altura?
- Havia a guerra fria, os músicos faziam grandes concertos para salvar os etíopes da fome...
- Os mesmos que mostraram ontem na televisão?
- Os pais desses, talvez...
- Os festivais também são para salvar as pessoas da fome?
- Não, nem da física nem da mental...
E eu que sou o rei de toda esta incoerência,
Eu próprio turbilhão, anseio por fixá-la
E giro até partir... Mas tudo me resvala
Em bruma e sonolência.
Se acaso em minhas mãos fica um pedaço de oiro,
Volve-se logo falso.., ao longe o arremesso...
Eu morro de desdém em frente dum tesoiro,
Morro à mingua, de excesso.
(...)
Esta vida é um baloiço,
Sempre, sempre a baloiçar
Não me falem que eu não oiço
Se o que eu quero é balançar
(...)
O exagero,
é a devoção
daqueles que amam por perdição
Amai!
I saw the best minds of my generation destroyed by madness, starving hysterical naked,
dragging themselves through the negro streets at dawn looking for an angry fix,
angelheaded hipsters burning for the ancient heavenly connection to the starry dynamo in the machinery of night,
who poverty and tatters and hollow-eyed and high sat up smoking in the supernatural darkness of cold-water flats floating across the tops of cities contemplating jazz

A tabela periódica dos elementos, uma série de desenhos de físicos e químicos famosos desenhados por nós, os alunos. O Rutherford, fui eu que desenhei. Pensava que era o melhor desenho, mas o Cândido apareceu com um desenho fabuloso do Einstein; uma surpresa para todos.
Remoí durante semanas, e ele apareceu com mais um desenho, de Newton - outro desenho que não parecia ao nosso alcance, miúdos do 8º ano. Nunca vi o tipo a desenhar, nunca, e ele nem tinha aquela pinta meio distante de quem gosta de artes...
Um dia na aula de biologia tivemos que desenhar, e o Cândido - nessa aula o ingénuo, - desenhou como sabia para o seu trabalho. E o que sabia era pouco(um cão ridículo e infantil).
Ainda hoje estou para saber quem lhe fez os desenhos.