Terça-feira, 28 de Dezembro de 2010

A despedida do Guillul


Tenho pena de não estar presente nessa espécie de despedida, mas junto-me ao coro dos carpideiros, esperando que as notícias sobre a "morte" de Guillul (salvo seja, claro) sejam manifestamente exageradas.

Destrua-se o ídolo, erga-se o mito.

No fim de contas, que se dane o rock n' roll, meus senhores isto é folclore. Teremos sempre o João Coração.

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1 comentários:

pedro mendes disse...

O nome ficará certamente na história da música portuguesa.

Mas era desnecessária a crucificação. Ainda para mais em alturas do nascimento do salvador!

LOL

Guillul ou Cavaco, o Tiago faz cá falta. Ainda por cima quando me deve um disco melhor que o V.

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